Artur Barrio - Galeria22
A Galeria 22 está no mercado há mais de 20 anos e procura levar aos seus clientes o que há de melhor na arte brasileira, sempre com o objetivo de valorizar o investimento de quem se interessa por esse mercado.
galeria, obra de arte, escultura, pintura, gravura, desenho, artistas brasileiros, exposições
18280
portfolio_page-template-default,single,single-portfolio_page,postid-18280,theme-bridge,woocommerce-no-js,ajax_fade,page_not_loaded,,qode_grid_1200,hide_top_bar_on_mobile_header,columns-4,qode-child-theme-ver-1.0.0,qode-theme-ver-11.0,qode-theme-bridge,wpb-js-composer js-comp-ver-5.5.4,vc_responsive

Artur Barrio

Artur Barrio (1945 – )

Artur Alípio Bárrio de Sousa Lopes (Porto / Portugal, 1945), passou a morar no Rio de Janeiro em 1955. Seu interesse e dedicação pela pintura começou em 1965 e dois anos depois iniciou seus estudos na Escola Nacional de Belas Artes. Nessa época produzia “diários de bordo” (cadernos com anotações em linguagens verbais e não verbais, símbolos, desenhos, estudos das formas, cores, luz e sombra, entre outras idéias).

No final da década de 60, passou a realizar projetos de instalações e performances. Em 1969, iniciou “Situações” – trabalhos de grande impacto, acometidos com materiais orgânicos como lixo, papel higiênico, dejetos humanos e pedaços de carnes em estado de putrefação (como a obra Trouxas Ensanguentadas). Com tais projetos, ele causava algumas de suas intervenções no espaço urbano. No mesmo ano, participou do Salão de Bússola no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.

Em 1970, participou da exposição Information em Nova York e escreveu, uma espécie de manifesto, criticando as categorias tradicionais de arte, seu mercado e as situações sociais e políticas da América Latina. Na mostra “Do Corpo à Terra” do mesmo ano, Bárrio espalhou sua obra “Trouxas Ensanguentadas” em um rio de Belo Horizonte e documentou esse trabalho através de fotografias, de seu diário de bordo e de filmes Super-8.

Morou na África, em Portugal, na França, na Holanda e viajou para diversos lugares onde encontrava cenários e culturas diferentes.

Em suas obras também são encontradas instalações e esculturas utilizando objetos do cotidiano.

Até hoje, já participou de inúmeras exposições pelo Brasil e pelo mundo.

Desde de meados da década de 90, várias exposições e publicações tentam resgatar suas obras e tais essências, já que seus temas e críticas permanecem atemporais. Artur Bárrio, atualmente vive e trabalha no Rio de Janeiro.